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INTRODUÇÃO
Cada pessoa brilha com luz própria entre todas as demais. Não há dois fogos iguais. Há fogos grandes e fogos pequenos e fogos de todas as cores. Há gente de fogo sereno, que nem se inteira do vento e gente de fogo louco, que enche o ar de chispas.
Alguns fogos, fogos bobos não iluminam nem queimam, mas outros ardem com tantas vontades que não se pode olhá-los sem piscar e quem se acerca se acende.
Neste relato de GALEANO, resumem-se as duas arestas filosóficas da teoria da resiliência: a primeira se relaciona com a idéia da luminosidade. A resiliência se edifica desde a zona luminosa do ser humano, desde suas fortalezas, assumindo a potencialidade de cada indivíduo para desenvolver-se. A segunda aresta consiste na idéia da diversidade, da diferença. Da mesma forma, tal ideia é excelente para a introdução do tema em uma monografia ou um TCC.
A teoria da resiliência cobra significado a partir das diferenças na reação ante circunstâncias adversas, geradoras de stress. Enquanto algumas pessoas sucumbem a tais circunstâncias, evidenciando desequilíbrio e transtornos a diversos níveis. Outras se desenvolvem exitosamente apesar da adversidade.Precisamente as perguntas principais formuladas pelos pesquisadores sociais nos últimos anos nesta área se relacionam com o problema da determinação do confronto exitoso ao stress e à adversidade.
É justo neste espaço de incerteza que abre a diferença na reação ante a adversidade onde se inscreve o conceito de resiliência, definido como a capacidade de um indivíduo de reagir e recuperar-se ante adversidades, que implica um conjunto de qualidades que fomentam um processo de adaptação exitosa e transformação apesar dos riscos e a adversidade.
O vocábulo "Resiliência" tem sua origem no latim no termo "Resilio", que significa voltar atrás, voltar num salto, quicar. Claramente o termo foi adaptado às Ciências Sociais para caracterizar aos indivíduos que apesar de terem nascido e viver em situações de adversidade, desenvolvem-se psicologicamente sadios e exitosos. Em português, tradicionalmente o termo resiliência se usa no campo da física e se refere à capacidade que têm os corpos para voltar a sua forma original depois de ter sofrido deformações produto da força (Suárez, N. 2004).
Na mesma linha desta definição, pode-se agregar que a resiliência não só é um fenômeno que o observamos a nível individual, senão que podemos falar de famílias resilientes, e grupos e comunidades com características resilientes. Assim então a podemos definir como "Uma capacidade universal que permite a uma pessoa, grupo ou comunidade prevenir, minimizar ou superar os efeitos prejudiciais da adversidade (The International Resilience Project, Canadá 1996). Isto adquire ainda mais importância em monografias prontas sobre tal temática que contem com um estudo de caso em que se discuta no universo familiar ou social.
Neste sentido, como assinala Rutter, a resiliência hoje em dia deve considerar-se como atingir um nível de desenvolvimento normal em todas as dimensões que compõem ao ser humano, vale dizer no físico, cognitivo, emocional e social (Suárez, N. 2004). Do mesmo modo, a resiliência não deve considerar-se como um estado permanente e de total invulnerabilidade. As pessoas, famílias e grupos com características resilientes, apresentarão momentos e episódios de maior debilidade e susceptibilidade, em tanto em outros momentos sua resistência, adaptação e superação dos obstáculos, aparecerá nitidamente em seu atuar. A resiliência, nesta monografia, pode ser definida como um conjunto de atributos e habilidades inatas para enfrentar adequadamente situações adversas, como fatores estressantes e situações arriscadas.
Alguns autores definem a Resiliência como a capacidade de resposta inerente ao ser humano, através do qual se geram respostas adaptativas frente a situações de crises ou de risco. Esta capacidade deriva da existência de uma reserva de recursos internos de ajuste e afrontamento, sejam inatos ou adquiridos. Deste modo a resiliência reforça os fatores protetores e reduz a vulnerabilidade frente às situações arriscadas (abuso de drogas, suicídio, gravidez precoce, fugas do lar, etc.)
Certamente ao utilizar o termo em Ciências Sociais, devemos realizar a analogia com os corpos físicos e repensar o conceito em função de uma resistência do sujeito às adversidades que lhe oferece seu ambiente. Para isso é necessário ter presente que, os seres humanos mostram reações diferentes, sob estímulos similares. O mesmo ocorre frente a estímulos dolorosos ou situações de adversidade ou estresse, onde as reações dos sujeitos serão variadas e inclusive opostas.
É como se descrevem três tipos de reações frente a estímulos dolorosos ou adversos, a saber:
•Pessoas que frente à dor ou a adversidade reagem com condutas de vulnerabilidade frente ao estímulo.
•Pessoas que permanecem indiferentes ou existe uma ausência de reação frente à situação.
•Pessoas resilientes, resistentes ao estímulo adverso e que conseguem atingir uma adequada qualidade de vida apesar das condições negativas para seu desenvolvimento.
Ao terceiro ponto podemos agregar que são pessoas com a capacidade de construir positivamente condutas frente a adversidade e seu comportamento se caracteriza por ser sociavelmente aceitável (Kotliarenco, M.A. 1997).
No social
Atualmente ao invés do que se propunha no projeto político do estado nacional, dá-se a fragmentação das identidades e redefinição de valores. Ademais se acentua a exploração, a discriminação e o individualismo.
Simultaneamente cobram expressão novas propostas desde aquelas novas identidades que se manifestam mediante o espaço da cultura. Portanto tais identidades (etnia, gênero, idade, classe social, idéias políticas, religião), que não são excludentes umas de outras, senão muitas vezes transversais, reclamam o lugar que muitas vezes a história lhes negou.
DESENVOLVIMENTO DA RESILIÊNCIA
A resiliência não é um traço que as pessoas têm ou não têm. Implica condutas, pensamentos e ações que qualquer pessoa pode aprender e desenvolver. Trata-se de uma nova visão da maneira em que os diferentes seres humanos enfrentam possíveis causas de estresse: más condições e vexações na família, reclusão em campos de prisioneiros, situações de crises como as causadas por viuvez ou o divórcio, as grandes perdas econômicas ou de qualquer outra índole. (García, Rodríguez e Zamora).
Em lugar de perguntar-se pelas causas da patologia física ou espiritual que essas catástrofes geram, o novo ponto de vista supõe indagar de que condições está dotada essa minoria; por que e de que maneira consegue escapar aos males próprios dos chamados "grupos de risco".
O fato de que a adversidade não deriva irrevogavelmente em indivíduos danificados, mostrou-se que a conformação destes, depende, não simplesmente de fatores condicionantes como, por exemplo, os recursos econômicos, a alimentação, o nível educativo dos pais, a estimulação materna ou a disponibilidade de material lúdico, senão, fundamentalmente, dos mecanismos e as dinâmicas que ordenam o modo como eles se relacionam (Rutter 1985).
Os indivíduos "resilientes" se destacam por possuir um alto nível de concorrência em diferentes áreas, seja intelectual, emocional, bons estilos de confronto, motivação ao lucro autossugestionado, autoestima elevada, sentimentos de esperança, autonomia e independência, entre outras. E isto pôde ser assim inclusive quando a área afetada é tão básica para a vida, como a nutrição.
Para esclarecer o fenômeno da resiliência, os estudiosos apontaram às características do ambiente em que se desenvolveram os sujeitos resilientes: tiveram curta idade ao ocorrer algum evento traumático; provieram de famílias conduzidas por pais competentes, integrados em redes sociais de apoio, que lhes ofereceram relações cálidas. Com respeito ao funcionamento psicológico que protege do estresse às pessoas resilientes, assinalaremos:
a) Maior coeficiente intelectual e melhores habilidades de resolução de problemas.
b) Melhores estilos de afrontamento.
c) Empatia, conhecimento e manejo adequado das relações interpessoais.
d) Sentido do humor positivo.
O que faz que um indivíduo desenvolva a capacidade de ser resiliente é a formação de pessoas socialmente competentes que tenham a capacidade de ter uma identidade própria e útil, que saibam tomar decisões, estabelecer metas e isto envolve lugares sociais que implicam a família os amigos e as instituições de governo de cada país (Ramírez, 1995). Isto depende da ideia que o indivíduo tem de felicidade em sua cultura, assim como do papel que a família deste apresenta em sua vida.
Entre os mecanismos protetores por excelência esta a relação de um adulo significativo, que reafirme a confiança em si mesmo do indivíduo, que o motive, e por sobretudo lhe demonstre seu carinho e aceitação incondicional (Sánchez ,2003).
Condições de desenvolvimento
Muitos estudos demonstram que um fator primário para a resiliência é ter relações que ofereçam cuidados e apoio dentro e fora da família. As relações que criam apoio e confiança, provêem modelagem e oferecem estímulo e reafirmação ademais contribuem para afirmar a resiliência numa pessoa (Domínguez ,2005).
Para esclarecer o fenômeno da resiliência, os estudiosos apontaram as características do ambiente em que se desenvolveram os sujeitos resiliente: tiveram curta idade ao ocorrer algum evento traumático; provieram de famílias conduzidas por pais competentes, integrados em redes sociais de apoio, que lhes ofereceram relações cálidas (Kotliarenco, e Pardo ).
Se nos detemos a observar a realidade em que vivem nossos jovens atualmente podemos ver como certas condições influem negativamente em seu desenvolvimento: carência de redes de apoio social para enfrentar as dificuldades, incorporação prematura ao emprego, desempenho de trabalhos marginais ou contratualmente precários, falta de proteção de sua saúde e direitos trabalhistas, desocupação prolongada, fracasso e abandono escolar, vício às drogas e ao álcool etc. Tudo isto se traduz numa baixa autoestima, ausência de um projeto de futuro e dificuldade para dar-lhe sentido ao presente (López, 1996).
Fonagy e colaboradores assinalaram que as pessoas resilientes apresentaram em sua infância os seguintes atributos:
a) Nível socioeconômico mais alto.
b) Ausência de déficit orgânico.
c) Temperamento fácil.
Como características do meio social imediato assinalam as seguintes:
a) Pais percebidos como competentes.
b) Melhor rede informal de apoio (amigos, familiares, colegas).
A presença de relações afetuosas é vital para fortalecer a resiliência através do exemplo comum como o dizem as vozes "feitos e não palavras". As oportunidades de participação são significativas para poder sentir-se importante e querido.
A resiliência é uma característica que se pode aprender como produto de uma interação positiva entre o componente pessoal e ambiental de um indivíduo (Sánchez, 2003).
O vínculo afetivo que se estabelece nos primeiros anos de vida é vital para o desenvolvimento de um indivíduo capaz e seguro numa entidade.
Algumas características da Resiliência
- Habilidade para enfrentar eficaz e adequadamente situações adversas e eventos traumáticos, além do desenvolvimento o potencial de ajuste individual ou do sistema.
É dinâmica, varia ao longo do tempo de acordo com as circunstâncias. Com o desenvolvimento do indivíduo ou do sistema e com a qualidade de estímulos aos que estão expostos.
Para nutrir-se e fortalecer-se requer do apoio social e da disponibilidade de recursos, oportunidades e alternativas de ajuste como fatores protetores.
Conquanto a resiliência compreende uma série de características e habilidades de ajuste próprias do indivíduo ou sistema, pelo geral se evidência em situações adversas ou de risco.
O QUE TORNA AS PESSOAS RESILIENTES
Existem fatores internos como a autoestima, o otimismo, a fé, a confiança em si mesmo, a responsabilidade, a capacidade de eleger ou de mudança das concorrências cognoscitivas. Uma vez fortalecidos estes aspectos, que se conjugam no que chamamos espírito.
Ademais se reforçam as possibilidades do grupo de apoiar as pessoas como ser humano integro, seguro e capaz de sair adiante.Por isso é importante, além de desenvolver fatores internos, afiançar os apoios externos. No entanto, se a autoestima é baixa ou não se conjuga bem com as destrezas sociais, ou se a esperança num mesmo não flui não se canaliza da melhor maneira e se for tirado ao indivíduo o apoio externo voltam a derrubar-se.
A seguir detalhamos dez pontos que fortalecem internamente o poder pessoal:
Trato estável com ao menos um dos pais ou outra pessoa de referência.
1.Apoio social desde dentro e fora da família
2.Clima educativo emocionalmente positivo, aberto, orientador e regido por normas.
3.Modelos sociais que estimulem um conducismo construtivo.
4.Balanço de responsabilidades sociais e exigência de resultados.
5.Concorrências cognoscitivas.
6.Traços conducistas que favorecem a uma atitude eficaz.
7.Experiência de autoeficacia, confiança em si mesmo e conceito positivo de si mesmo.
8.Atuação positiva frente aos indutores do stress.
9.Exercício de sentido, estrutura e significado no próprio crescimento.
São condicionantes externos os de caráter social, econômico, familiar, institucional, espiritual, recreativo e religioso, os quais são promovidos ou facilitados pelo ambiente, as pessoas, as instituições e as famílias que intervêm no atendimento, o trato e o tratamento dos grupos e indivíduos que estão em situação de risco e vulnerabilidade.
À margem dos já mencionados, cabem outros âmbitos e claves que a resiliência gera não poucos fazem questão de a necessidade de contar com bons modelos de papel na vida diária especialmente quando se trata de crianças, pessoas das quais os indivíduos ou outros jovens podem aprender. Na atualidade alguns educadores desenvolveram estas técnicas com experiências realizadas no campo com bosques, flores e demais.
Também constam entre os fatores externos os fatores de risco que podem ser muitos, os quais vulnerabilizam a integridade psíquica, moral, espiritual e social. Não basta compartilhar sua cotidianidade e diluir-se nela, nem refletir sua problemática identificando os fatores de risco que os levou a tomar esta opção, pois seria vulnerabilizar ainda mais suas condições de vida, sobretudo se fomenta uma dupla estigmatização, marcando-lhes com uma etiqueta como de mapa de ruas, dependente, etc.
Nestes casos, é a luz interior a que em determinados casos serve para determinar uma decisão e tomar uma oportunidade privilegiada que se apresenta no momento justo. Isto representa fortalecer os fatores de proteção que promove a resiliência, revalorizando o potencial interno e externo de cada pessoa para reconstruir seu projeto de vida pessoal e comunitária.
Pode-se considerar que as principais atitudes que fortalecem nos fatores protetores ou resilientes nos humanos são:
•Demonstrações físicas e verbais de afeto e carinho nos primeiros quatro anos de vida.
•Reconhecimento e atendimento a seus sucessos e habilidades.
•Oportunidades de desenvolvimento de destrezas.
•Atitude de cultivo, cuidado e amor por parte de todos seus semelhantes e especialmente dos encarregados de seu cuidado e proteção.
•Apoio de um marco de referência ético, moral e espiritual.
Características das crianças e jovens resilientes
Os seres humanos nascem com a capacidade de defrontar as demandas do ajuste de seu meio, de desenvolver habilidades sociais e comunicativas, uma consciência crítica, autonomia e propósitos para o futuro. O desenvolvimento e o reforço da mesma requer da estimulação contextual, familiar e dos pares.
Características das crianças Resilientes: Estes menores costumam responder adequadamente frente aos problemas cotidianos, são mais flexíveis e sociáveis, apresentam predominância do racional, boa capacidade de auto-controle e autonomia. Quanto ao familiar, não sofreram separações ou perdas precoces e viveram em condições econômicas e familiares relativamente estáveis apresentando com freqüência características de personalidade ou habilidades entre as que se pode mencionar:
- Adequada autoestima e autoeficacia.
- Maior capacidade de enfrentar construtivamente a concorrência e aprender dos próprios erros
- .Melhores e mais eficazes estilos de afrontamento.
- Capacidade de recorrer ao apoio dos adultos quando seja necessário.
- Atitude orientada para o futuro.
- Otimismo e maior tendência a manifestar sentimentos de esperança.
- Maior coeficiente intelectual.
- Capacidade empática.
- Acessibilidade e bom sentido do humor.
Estes traços e habilidades podem ver-se reforçados pela influência positiva do meio familiar e o apoio de outros adultos significativos na vida do menor. Segundo Loesel (1992) as crianças resilientes costumam viver num clima educacional aberto e com limites claros; contam com modelos sociais que motivam o confronto construtivo, compartilham responsabilidades sociais e se vêem estimulados pela existência de expectativas de lucros realistas por parte dos adultos.
Características dos Jovens Resilientes
Mostram também uma série de características que se associam diretamente com a capacidade de enfrentar adequadamente os problemas cotidianos, as quais se relacionam com o próprio desenvolvimento pessoal. Os jovens resilientes apresentam, entre outras características comuns:
- Adequado controle de emoções em situações difíceis ou de risco, demonstrando otimismo e persistência ante o fracasso.
- Habilidade para manejar de maneira construtiva a dor, o agastamento, a frustração e outros aspectos perturbadores.
- Capacidade de enfrentar ativamente os problemas cotidianos.
- Capacidade para obter a atenção positiva e o apoio dos demais, estabelecendo amizades duradouras baseadas no cuidado e apoio mútuo.
- Competência na área social, escolar e cognitiva; o qual lhes permite resolver criativamente os problemas.
- Maior autonomia e capacidade de auto observação.
- Grande confiança numa vida futura significativa e positiva, com capacidade de resistir e liberar-se de estigmas negativos.
- Sentido do humor flexibilidade e tolerância.
Ambientes que favorece a resiliência
a) A presença de adultos acessíveis, responsáveis e atenciosos às necessidades de crianças e jovens. Podem ser pais, tios, avós, mestres ou outras pessoas que mostrem empatia, capacidade de escuta e atitude cálida. Ademais é importante que expressem seu apoio de maneira que favoreça nas crianças e jovens um sentimento de segurança e confiança em si mesmos.
b) A existência de expectativas altas e apropriadas a sua idade, comunicadas de maneira consistente, com clareza e firmeza que lhe proporcionam metas significativas, fortaleçam-no e promovem sua autonomia, e lhe ofereçam oportunidades de desenvolvimento.
c) A abertura de oportunidades de participação: os adultos protetores são modelo de competência social na solução de problemas, podendo proporcionar oportunidades para que as crianças e adolescentes participem e em conjunto, aprendam com os erros e contribuam ao bem-estar dos outros, como parte de uma equipe solidária e participativa.
Greenspan (1996) enumera uma série de condições familiares que favorecem o desenvolvimento da resiliência em crianças e jovens:
- Dentro do sistema familiar: normas e regras claras e respeito às hierarquias.
- Apoio entre os membros da família como costume
- Estrategias familiares de afrontamiento e eficácia.
Prática de um estilo de criação, onde o adequado uso do tempo livre, a internalização de valores, ao amor e o respeito emolduram o estilo de vida dos filhos.
- Expectativas positivas dos pais sobre o futuro dos filhos.
- Responsabilidades compartilhadas no lar.
- Apoio dos pais nas atividades escolares dos filhos.
- Oportunidades de desenvolvimento e responsabilidades extrafamiliares (voluntariado, trabalho, estudo, etc.).
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