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MONOGRAFIA EM ORTOGRAFIA E ENSINO DE GRAMATICA NAS ESCOLAS
 

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A justificativa da escolha deste tema para uma monografia ou TCC está na busca do conhecimento de novos métodos que permitam que o professor trabalhe a ortografia em sala de aula de modo a assegurar uma aprendizagem com eficácia.

Consideramos importante tal tema para uma monografia pronta, porque poderá servir de apoio para professores alfabetizadores, pois, a partir das discussões apresentadas nestas monografias, poderão refletir e questionar sobre suas práticas pedagógicas, ações e estratégias quanto ao ensino da língua escrita.

Essa monografia terá como objetivo analisar e conhecer quais são as dificuldades que as crianças encontram no seu processo de escrita, principalmente no aprendizado da ortografia, devendo-se realizar um projeto de pesquisa para ampliar o entendimento acerca da proposição.

Sabe-se que a ortografia é muito complexa, pois depende da estrutura das palavras. Algumas palavras são passíveis de regras enquanto outras dependerão de memorização. Será que toda atividade de memorização é válida? Que atividades facilitam a aprendizagem da ortografia das palavras?

O desafio é: como desenvolver práticas pedagógicas, desde o período da Educação Infantil, em que o trabalho com a linguagem se mostre, ao mesmo tempo, significativo e capaz de levar as crianças a compreenderem como a língua funciona? Como fazer com que as crianças usem e explorem a língua, cada vez mais e melhor, com disposição e curiosidade, tanto na modalidade oral como escrita?

E mais: como expandir atividades de leitura e de escrita socialmente relevantes, na escola, sem deixar de lado as atividades orais e os textos que fazem parte do acervo da nossa cultura e da nossa história, como os textos literários, que se apresentam de tantas maneiras? Como fazer da escrita um hábito diário calcado na leitura, transformando essa escrita num ato prazeroso de forma a fazer com que ela seja efetuada de forma correta e que o aluno perceba seus erros e corrija-os se, sem que isso se transforme num problema?

A partir dos questionamentos propostos, faz-se necessário encontrar os caminhos para se conhecer e entender as dificuldades que as crianças encontram no processo de aprendizagem e procurar descobrir quais procedimentos de ensino que podem ser tomados para que consigam em seu aprendizado escolar.

O aluno deve ser efetivamente não só informado do caráter convencional do nosso sistema ortográfico, ou seja, da norma culta, mas também levá-lo a refletir sobre as semelhanças e diferenças entre a fala e a escrita. Particularmente, deverá compreender que a escrita não é uma simples transcrição da língua oral, constituindo-se – o código oral e o escrito – em formas variantes ou alternativas da mesma.

Será que os professores estão preparados para lidar com as dificuldades na aquisição de escrita e ortografia?

PELLEGRINI afirma que "Não é só o aluno que tem de desenvolver competências. O professor precisa dominar o oficio". (2002,p.54)

No entanto, exige-se que o professor seja dinâmico e crítico, buscando inovar suas estratégias de ensino. As dificuldades existem, as formas de superá-las precisam ser criadas.

Penso que o ensino de ortografia não evoluiu como os outros aspectos do ensino da língua portuguesa. Se no caso da leitura e da produção de textos forma feitas várias transformações na atuação professor junto a seus alunos na sala de aula, na tentativa de resolver deficiências, acredito que o mesmo não ocorreu com o ensino da ortografia.

As escolas continuam sem uma meta definida para trabalhar a ortografia, por isso continuam, muitas das vezes, sendo um objeto de avaliação, de verificação e não de ensino. Um exemplo claro são os ditados, onde o professor verifica se o aluno está escrevendo corretamente, ao invés de criar situações de ensino sistemático.

Constatam-se a existência de muitos alunos que embora se encontram abaixo da média quanto ao desempenho na ortografia, apresentam rendimento satisfatório em outros conteúdos, experiências de aprendizagem em outras disciplinas. Os anos de escolaridades vividas por esses alunos, muitos deles repetindo séries, não teriam auxiliado a progredirem na ortografia, por razões diversas.

ORTOGRAFIA  - ENSINO DE PORTUGUES E GRAMATICAA reflexão sobre a situação destes alunos, a não reprovação pelos erros ortográficos e a avaliação do seu desempenho, preferencialmente, pelo alcance de outros objetivos, é no mínimo humano. È preciso que o professor converse com o aluno sobre suas dificuldades, destacando e valorizando outras áreas de competência dos mesmos, para que ele entenda que os erros ortográficos necessariamente não vão barrar seu sucesso na vida escolar e profissional.

A escola é o lugar que se sistematiza a escrita. A todo momento a escrita é atividade essencial na sala de aula. Segundo SILVEIRA: "Nos seus próprios textos, a criança não comete tantos erros de ortografia. Isso porém não a liberta do estigma de escrever mal. Ela apenas evita as palavras que não conhece, para não errar" (1986, p.5).

Portanto, o professor deve trabalhar a produção de textos com os alunos permitindo que eles escrevam espontaneamente. Assim eles terão oportunidade de escrever sem se preocuparem com os erros. Após essa atividade espontânea, propor atividades que despertem o interesse sobre a ortografia das palavras.

LADEIRA aponta algumas atividades para serem trabalhadas após levantamento dos erros cometidos pela criança. São elas: Palavras cruzadas, caça-palavras, exercícios estruturais, pesquisas de palavras, entre outras. (1989, p. 7)
Como pode ser observado a maioria dos alunos têm dificuldade de escrever corretamente as palavras.

Segundo MORAIS,

As norma ortográficas que uniformizam, na escrita, diferenças observadas na fala soa gradualmente incorporadas quando a criança percebe que não existe equivalência entre letra e som". (2003, p.102)

A aquisição da ortografia é impulsionada por diversos fatores, tais como a exposição do aprendiz à língua escrita, a freqüência de aparecimento das palavras, a regularidade ou não da notação ortográfica. Assim, autores como MORAIS apontam que:
Aqueles que têm maior contato com a língua escrita de palavras, o que implica que o contato freqüente com atividades de leitura auxilia a aprendizagem da ortografia.(2003, p.105).

O que condiz com a fala da professora entrevistada ao perguntar qual seria o maior problema na aprendizagem dos alunos, ela afirma que: "Os alunos tendem a escrever do jeito que falam".

Neste sentido nota-se que os alunos que tem maior contato no seu cotidiano, com a escrita em: jornais, revistas, livros, panfletos, letreiros, etc, tendem a escrever corretamente, pois há uma visualização da grafia correta das palavras.

SILVEIRA afirma que: "A criança erra porque não conhece a representação ortográfica, porque se sente examinada e testada, erra porque muitas vezes as atividades de escrita não tem significado para ela" (1986, p.5).

Percebe-se que as causas do erro estão relacionadas ao tipo de atividade que a professora muitas vezes cobra dos alunos, um conhecimento que eles não dominam.

Para mudar o tratamento que damos ao ensino da ortografia em nossas escolas, existe, no entanto, um aspecto cuja tomada de consciência me parece fundamental: ensinar ortografia dentro de um contexto. Tal como em outro artigo realizado por nossa equipe exemplificando a diferença entre dado e informação, o mesmo deve ocorrer com qualquer proposta educacional envolvendo a língua portuguesa.

Veja este artigo sobre o ensino de linguas e idiomas - O Ensino do Hebraico

ARAÚJO, Paulo. É hora de escrever certo. Editora Abril. Nº 159. Ano XVIII. Janeiro/Fevereiro de 2003. Revista NOVA ESCOLA.

BATISTA, Antônio Augusto Gomes. Um problema de Métodos?. Editora Gráfica Expoente. Nº 11. Dezembro de 2003. Caderno do Professor-SEE/MG:

CINEL, Nora C. B. Disgrafia: Prováveis causas dos distúrbios e estratégias para a correção da escrita. Editora ANER. Nº 74. Ano XIX. Abril e junho de 2003. Revista do Professor.

GARCEZ, Sabrina. Erros na Escrita. ANER. Nº 73. Ano XIX. Janeiro a março de 2003. Revista do Professor.

LADEIRA,Cleacy Gomes et al. Ortografia – Um desafio, uma proposta. Nº 201. Ano XXII. Março 1989. Belo Horizonte. Revista AMAE Educando.

MORAIS, Artur Gomes. Ortografia: O que temos descoberto sobre esse objeto de conhecimento? Belo Horizonte, junho. S.d. Educação em Revista, 2000.

Ortografia: ensinar e aprender. São Paulo, Àtica, 1998.
O aprendizado da ortografia. Belo Horizonte. 3ª ed. Autêntica. 2003.

NOVA ENCICLOPÉDIA BARSA – São Paulo: Enscyclopaedia Britannica do Brasil Publucações, Ed. Melhoramentos, 1998.

Parâmetros Curriculares Nacionais. Ortografia – Decoreba e compreensão. Editora Abril. Edição Especial. NOVA ESCOLA.

PELLEGRINI, Denise. Só ensina bem quem sabe fazer. Editora Abril. Nº149. Ano XVII. Janeiro/Fevereiro de 2002. NOVA ESCOLA.

SARGENTIM, Hermínio. Relato de Experiência: Os caminhos da Escrita. 1996. Revista Psicopedagogia.

SILVEIRA, Rosa Maria Hessel. Silêncio: Ditado. Editora Abril. Nº 178. Ano XIX. 1986. AMAE EDUCANDO.

VARELLA, Noely Klein. Consciência fonológica e aquisição da linguagem escrita. São Leopoldo, agosto 1996. Revista Palavra com Vida.

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