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DIFERENÇAS ENTRE DADO E INFORMAÇÃO
 

DADOS E INFORMAÇÃO

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Monografias ou artigos científicos de informática, ou ainda, mais especificamente, sobre sistemas da informação devem sempre atuar sobre todos os níveis do conhecimento.

Assim, há dois caminhos para a seleção de um tema de monografia, ou de TCC: a proposição de modelos diferenciais de aplicabilidades diversas, ou a construção conceitual de níveis mais teóricos.

Apesar da basalidade, poucos saberiam definir o que é um dado, e o que é uma informação, suas diferenças e possibilidades de utilização. E é justamente por isso que este é um ótimo tema para uma monografia, artigo científico ou TCC

Dados são todos os elementos que servem de base para a formação de opiniões ou para a tomada de decisões. Um dado é apenas um índice, um registro, uma manifestação objetiva, passível de analise, exigindo interpretação da pessoa para sua manipulação. Em si, os dados têm pouco valor, mas quando classificados, armazenados e relacionados entre si, eles permitem a obtenção de informações. A informação apresenta significado e intencionalidade, aspectos que a diferenciam do conceito de dados (FERRARI, 1991).

Informação é o dado trabalhado que permite ao executivo tomar decisões. É o resultado do tratamento dos dados existentes acerca de alguém ou de alguma coisa Pode-se definir também a informação como um conjunto de fatos organizados de tal forma que adquirem valor adicional além do valor do fato em si. (CARVALHO, 1993)

Pode-se dizer que informação é o dado trabalhado que permite ao gestor tomar decisões. A informação seria o resultado da análise da capacidade de produção, custo de venda de produtos, produtividade dos funcionários etc. Ao serem utilizadas pelos gestores, podem afetar ou modificar o comportamento existente na empresa, bem como o relacionamento entre as suas várias unidades organizacionais (CHESWICK, 2005).

IMPORTÂNCIA DA INFORMAÇÃO

A informação para ser valiosa para os gestores e tomadores de decisão, deve ter as seguintes características:

- precisas - não tem erros;
- completa - contém todos os fatos importantes;
- econômica - deve ser de produção relativamente econômica;
- flexível - pode ser utilizada para diversas finalidades;
- confiável - pode ser dependente;
- relevante - é importante para o tomador de decisão;
- simples - não pode ser exagerada e nem complexa;
- em tempo - é enviada quando necessária;
- verificável - pode-se checá-la (ALENCAR, 1998).

MONOGRAFIA DE DADOS DE INFORMAÇAO e SISTEMAS O propósito básico da informação é o de habilitar a empresa a alcançar seus objetivos pelo uso eficiente dos recursos disponíveis e a eficiência na utilização do recurso da informação é medida pela relação do custo para obtê-la e o valor do benefício do seu uso.

O controle interno das organizações, por exemplo, é um exemplo de uma área em que a informação tem um destaque relevante nas empresas. Veja este artigo sobre o contabilista no controle interno.

Dá-se o nome de bancos de dados aos meios através dos quais se armazenam os dados para uso posterior, na qual tem o processamento (classificação, armazenamento e relacionamento) para que possam ganhar significado e podendo assim informar. Um exemplo de banco de dados é o Serasa, que tem o maior banco de dados e informações econômico-finaceiras e cadastrais do país.

O termo processamento de dados designa de atividades que ocorrem nas organizações, nos grupos sociais, como entre pessoas. Existe um certo volume de dados de informações iniciais, nos arquivos, nas expectativas ou na memória, aos quais são continuamente adicionados outros dados ou informações posteriores, maior volume de dados, alterações modificações, provocando maior volume de dados, ou informações. O processamento de dados é a atividade que consiste em acumular, agrupar e cruzar dados para transformá-los em informações, para obter outras informações, ou as mesmas informações de outra forma, para alguma finalidade ou objetivo (COMER, 2001).

Da mesma forma, a gestão de sistemas de TI pode ocorrer de diversas formas, sendo que uma das mais populares atualmente é a Metodologia ITIL, que visa a otimização de toda a estrutura informacional da organização.

O processamento de dados pode ser:

- Manual: quando efetuado manualmente, utilizando-se de fichas, talões, cartões, mapas etc.com ou sem auxilio de maquina de escrever ou de calcular.

- Semi-automático: quando apresenta características do processamento manual aliadas as características do processamento automático. Ou seja, quando se utilizam maquinas de contabilidade ou microcomputadores, nas quais o operador insere fichas, talões ou cartões, um a um, o que constitui processamento manual, e, apos receber a ficha e os dados iniciais, a maquina realiza numerosas operações consecutivas, já programadas, sem a intervenção do operador, o que constitui o processamento automático.

- Automático: quando a maquina programada para determinado conjunto complexo de operações desenvolve totalmente a seqüência de operações, sem que haja necessidade de intervenção humana entre um ciclo e os seguintes. O processamento automático de dados e feito por computadores ou microcomputadores (KUROSE, 2003).

 Conhecimento:

A maioria das pessoas tem a sensação intuitiva de que o conhecimento é algo mais amplo, mais profundo e mais rico do que os dados e a informação. Vamos tentar realizar uma primeira definição de conhecimento que nos permita comunicar o que se deseja afirmar quando falamos de conhecimento dentro das organizações.

Para Davenport e Prusak (1999) o conhecimento é uma mistura de experiência, valores, informação e “saber fazer” que serve como marco para a incorporação de novas experiências e informação, e é útil para a ação.

Origina-se e aplica na mente dos conhecedores. Nas organizações com freqüência não só se encontra dentro de documentos ou armazéns de dados, senão que também esta em rotinas organizativas, processos, práticas, e normas.

 O que imediatamente deixa claro a definição é que esse conhecimento não é simples. É uma mistura de vários elementos; é um fluxo ao mesmo tempo em que tem uma estrutura formalizada; é intuitivo e difícil de captar em palavras ou de entender plenamente de forma lógica.

O conhecimento existe dentro das pessoas, como parte da complexidade humana e de nossa incapacidade de prever todas as ocorrências. Ainda que costumamos pensar em ativos definíveis e concretos, os ativos de conhecimento são bem mais difíceis de manejar.

O conhecimento pode ser visto como um processo (fluxo) ou como um estoque. O conhecimento se deriva da informação, bem como a informação se deriva dos dados.

Para que a informação se converta em conhecimento, as pessoas devem fazer praticamente todo o trabalho. Esta transformação se produz graças a:

- Comparação.
- Conseqüências.
- Conexões.
- Conversa.

Estas atividades de criação de conhecimento têm lugar dentro e entre pessoas. Assim como encontramos dados em registros e informação em mensagens, podemos obtemos conhecimento de indivíduos, grupos de conhecimento, ou inclusive em rotinas organizativas.

A SEGURANÇA DOS DADOS

Justamente por sua importância, os dados referentes a uma organização ou atividade devem ser bem protegidos, evitando seu acesso, sua manipulação e seu uso indevido, por parte de indivíduos de dentro da entidade empresarial ou provenientes de fora dela.

Um ponto muito importante e que sempre é tratado em monografias e TCC envolvendo o tema dos dados ou da gestão da informação nas empresas é sobre a segurança de redes

Veja um artigo sobre a SEGURANÇA DE REDES

Saiba também como os dados e a informação são aplicados aos RECURSOS HUMANOS E-RH

Algo que deve ser levado em consideração por todo aluno que estiver redigindo sua monografia envolvendo dados e informação: qual o futuro do universo digital de dados? Como seu TCC vai abordar o assunto?

ALENCAR, Marcelo Sampaio. Telefonia Digital. São Paulo: Érica, 1998.

CARVALHO. Tereza Cristina Melo de Brito.(org). Gerenciamento de Redes - uma abordagem de sistemas abertos. São Paulo - Brasília. BRISA - TELEBRÁS. Makron Books. 1993

CHESWICK, W.; BELLOVIN, S. M. ; RUBIN. A. D.; Firewalls e Segurança na Internet. 2.ed. Porto Alegre. Bokman. 2005

COMER, D. E., Redes de Computadores, Porto Alegre, 2001: Bookman.

FERRARI, Antônio Martins. Telecomunicações: Evolução e Revolução. São Paulo: Érica, 1991.

KUROSE. J.F., ROSS, K. W. Redes de Computadores e a Internet. São Paulo. Addison Wesley. 2003


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