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MONOGRAFIAS DE MATEMÁTICA

No âmbito da realização de monografias, um dos aspectos bastante valorizados é a necessidade específica ou não de um setor da sociedade quanto ao tema a ser escolhido.

Não somente na faculdade, mas na escola, nos seus diversos níveis, a Matemática é desconsiderada no que tange à sua metodologia de ensino, e as monografias existentes sobre o tema demonstram isso de modo claro.

Tanto alunos de Pedagogia em geral, como também de Matemática têm aqui um excelente tema para sua monografia.

Solicite o auxílio do seu orientador para a melhor abordagem de tratamento quanto a este tema.

Para os alunos, assim como para a maioria das pessoas em geral, a Matemática representa a linguagem do martírio, do sofrimento, a representação de uma das maiores causas de reprovação e evasão escolar.

No entanto, é indubitável a importância desta ciência como a linguagem eterna da Ciência Moderna no desenvolvimento de todos os padrões de crescimento cultural da humanidade. Visualiza-se um quadro complexo, onde uma das principais ferramentas de crescimento da Humanidade se transforma em algo extremamente odiado e repelido por boa parte desta mesma Humanidade que tanto se beneficia dela (MAYER, 1992).

Um exemplo é a interdisciplinaridade da Matemática. Sua linguagem rege tudo no Universo, como a Biologia, em que a simetria matemática predomina como resultado evolutivo. Veja um excelente artigo cientifico que fala sobre a Simetria Matemática

Internacionalmente, testes realizados demonstram a dificuldade dos alunos no aprendizado da Matemática. Mesmo países orientados para a aprendizagem de cálculos, como na Coréia e no Japão, a disciplina sofre, quando comparada às outras do currículo escolar, com a dificuldade no aprendizado por parte dos alunos (KAMII, 1992).

No Brasil, os números não se mostram muito distintos. A disciplina menos aproveitada realmente é a que se estuda neste trabalho, de modo que diversas questões podem ser levantadas (KUENZER, 2000).

Os dados demonstram uma incapacidade dos alunos na aprendizagem desta disciplina, onde estes não conseguem atingir os patamares ideais de compreensão e correlação temáticas necessárias para a construção de um processo educacional eficiente. No entanto, estudos demonstram que, nas primeiras séries do Ensino Fundamental, a deficiência de nossos alunos em Matemática é a mesma chegando a ser mesmo ligeiramente menor (até ligeiramente menor) que em Português mas, quando se chega ao Ensino Médio, a situação se inverte (GALLO, 2000).

Vários motivos contribuem para essa mudança. Um deles é que os jovens têm, na vida moderna, inúmeras oportunidades diárias para melhorar seu conhecimento e uso adequado da língua materna. Jornais, rádios, televisão, outdoors, e mesmo o estudo de outras matérias que os obrigam a ler e escrever, são meios que, direta ou indiretamente, contribuem para que os jovens falem e escrevam melhor. O mesmo não se dá com a Matemática, que requer estudo e concentração, como, aliás, já se depreende da etimologia do seu nome (KUENZER, 2000).

Torna-se claro que o conhecimento matemático que se requer de um aluno que visa ingressar na Universidade, em particular aqueles que se inclinam por uma carreira científica, deve ser diferente daquele que deve possuir um estudante que deseja seguir um rumo artístico ou simplesmente ingressar mais cedo no mercado de trabalho, sendo um erro juntar todos esses jovens e submetê-los ao mesmo tipo de estudo, ou principalmente, aquele que elabora sua pesquisa de tcc sobre este ramo do conhecimento (FERREIRA, 1993).

No entanto, infere-se que, apesar da diferença de níveis, todos os indivíduos são forçados, no seu cotidiano, a gerir algum conteúdo matemático, necessitando de fundamentos da racionalidade matemática para sua interação com o mundo que o rodeia.

A RACIONALIDADE MATEMÁTICA - ASPECTO PARA MONOGRAFIA

Uma razão que induz ao estudo do processo de ensino-aprendizagem das Matemáticas, problema de pesquisa central em monografias e TCC de Matemática, deriva da importância social que se dá a esta matéria. É talvez a matéria mais prestigiada socialmente e a que se atribui certo valor previsivo sobre as capacidades do próprio indivíduo.

A partir do time de monografias em educação e pedagogia

"A realidade é que permanece muito estendido o ‘mito das Matemáticas', segundo o qual os níveis de inteligência, o triunfo social e inclusive as expectativas do futuro bem-estar estão em relação direta com as boas qualificações nesta área" (Guerrero Ojeda, 1989: p. 57).

Malén Aznárez (1997: p. 78) qualifica a Matemática como "a matéria que foi para gerações, e ainda o é para muitos, o pior e pesadelo de seus anos de estudante. Um pesadelo irremediável porque os jovens aprendem desde bem pequenos que a primeira nota pela qual se interessam seus pais é pela de matemáticas".

Sempre se escutou que é a disciplina que resulta mais difícil aos estudantes. Hoje seguem tendo validez as palavras de Dienes, escritas em 1964 (citado por Alcalá): "Atualmente são muito poucos os professores de matemáticas, qualquer que seja o nível em que trabalham, que se encontrem satisfeitos com o modo em que decorre seu ensino. Efetivamente, são muitos os jovens que sentem antipatia pelas matemáticas -antipatia que aumenta com a idade- e muitos os que encontram dificuldades quase insuperáveis nas questões mais simples.

Deve-se reconhecer que a maior parte dos jovens nunca chega a compreender a significação real dos conceitos matemáticos. No melhor dos casos, convertem-se em consumados técnicos na arte de manejar complicados conjuntos de símbolos, mas a maior parte das vezes acabam de desistir de compreender as impossíveis situações em do que as exigências das matemáticas escolares de hoje lhes colocam.

A atitude mais corrente consiste, simplesmente, em esforçar-se em aprovar um exame, depois do qual ninguém dedica às matemáticas nem um pensamento a mais. Com muito poucas exceções, esta situação se pode considerar o bastante geral como para chamá-la normal".

Conta o professor Cuesta Dutari, no prólogo de seu livro A Sinfonia do Infinito (1981: p. 4), que atribuem a D. Miguel de Unamuno esta agudeza, dita sem dúvida pensando em alguém: "queria saber tudo; figurem-se o tonto que seria!" E Constantino da Fonte e o grupo DECA (1990: p. 144-145) dizem que ainda "somos muitos, ou ao menos demasiados, os professores e professoras que queremos ensinar tudo (...)

Até o presente, o professorado foi o propagador de conhecimentos. O corpo discente, com mais ou menos engano e de acordo com suas capacidades, limitou-se a recolhê-los com o fim de devolver-se o mais fielmente possível e conseguir a meta do aprovado (...) Com exagero, mas com não pouca razão, falou-se alguma vez de obter titulados em série". Em verdade que é demasiado frequente no ensino das Matemáticas a transmissão de conceitos a modo de reta. Parece que se tem uma única idéia na cabeça: passar na prova. Isto não ronda unicamente na mente de muitos alunos, senão na de muitos professores e na do próprio sistema.

Artigo e monografias sobre Dificuldade matemática no ensino

Não deveria ser assim. O pensamento matemático não se transplanta de um indivíduo a outro, senão que cada um deve ir construindo a partir de sua própria experiência. O ensino das Matemáticas tem de entender-se como um processo a longo prazo.

A DECISÃO EM APRENDER MATEMÁTICA

À hora de estudar alguma profissão, muitas pessoas não têm ainda muito claro qual seria a atividade que mais se acomoda ao que procura, pois não têm a informação necessária para tomar uma decisão a respeito de um tema tão importante na vida de qualquer pessoa, de tal forma surge a obrigação de procurar algum meio que possa oferecer informação a respeito das possíveis carreiras que se podem escolher para poder tomar uma decisão que se ajuste perfeitamente ao que se está procurando.

Assim, urge a discussão sobre as vantagens, desvantagens e benefícios para aquele que pretende fazer um curso de graduação em Matemática.

Veja este artigo sobre FAZER UMA GRADUACAO EM MATEMATICA

DIFICULDADE MATEMÁTICA – ENSINOA MECANICIDADE DO ENSINO

O ensino matemático de há muito é algo mecânico, fixo em um sistema arcaico desestimulante pois volta o aluno para resultados abstratos em detrimento do mais importante, a capacitação para a construção de padrões de correlacionamento com a vida prática.

Pode-se separar as formas de raciocínio matemático em duas: o aritmético e o geométrico. O primeiro tem como característica permitir o desenvolvimento dos conceitos numéricos, de grandeza e ainda ser fundamental para a construção da capacidade mental para os cálculos. O segundo, diferentemente, tende a trabalhar mais com fatores espaciais do tipo localização, formas planas e presentes, ocupação do espaço e corpos sólidos (KAMII, 1992).

O cotidiano das pessoas está permeado em larga escala com estes conceitos, de acordo com suas necessidades básicas. Desde os cálculos estafantes efetuados por um investidor da bolsa ao ato praticado por uma lavadeira de se dobrar a roupa de maneira adequada, todas as pessoas se utilizam da matemática em seu quotidiano, por vezes via raciocínio aritmético e outras raciocínio geométrico (SANTOS FILHO, 1999).

O ensino escolar da matemática, hoje, caracteriza-se por ser extremamente mecânico, através do abuso do processo de memorização de fórmulas e cálculos conseguindo um efeito de automatização que difere muito do ideal a ser conseguido na educação (ALDER, 1972).

O papel da escola em relação ao ensino da disciplina é capacitar o aluno a desenvolver seu potencial de modo que ele possa criar paralelismos com as suas situações cotidianas, sendo assim, ela deve estar preparada, metodologicamente e funcionalmente, para atender a estas exigências que basicamente tratam de mudanças essenciais para o interesse e o desenvolvimento matemático do aluno. Ora, se os alunos, no início do processo escolar, possuem maior facilidade para aprender a matemática e depois diminuem o interesse, é falha do processo educacional desgastar este mesmo estímulo inicial. Este desgaste ocorre porque no início da educação os professores tendem a respeitar mais as descobertas individuais dos alunos sendo que com o passar dos anos o ensino mecanizante passa a sobrepor o estilo que justamente seria o mais próximo do ideal (MAYER, 1992).

 

Veja ainda um excelente artigo monográfico sobre a HISTÓRIA DA TECNOLOGIA NA PESQUISA MATEMÁTICA

ALDER, I. Iniciação à matemática de hoje. Trad. Augusto César de Oliveira Morgado. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1972

GALLO, Silvio. Disciplinaridade e Transversalidade. In: Linguagens, espaços e tempos no ensinar e aprender. Rio de Janeiro, DP&A editora, 2000, p.118.

KAMII, C e DECLARK, G. Reinventando a Aritmética: implicações da teoria de Piaget. Campinas: Papirus, 1992. p. 21, 35-39, 48.

KUENZER, Acácia Z. Educação, linguagens e tecnologias: as mudanças no mundo do trabalho e as relações com o conhecimento e método. In: Cultura, linguagem e subjetividade no ensinar e aprender. Rio de Janeiro, DP&A editora, 2000.

MAYER, Richard. Cognition and instruction: their historic meeting within education psychology. Journal of Educational Psychology, 1992, v.84 (4):405-412.

SANTOS FILHO, José Camilo dos. A Interdisciplinaridade na Universidade: Perspectiva Histórica. Revista Educação Brasileira, v.21, n o 43, p.11-49, 1999.

Assim, dentro do demonstrado, uma monografia tratando sobre a dificuldade da educação matemática enriquecerá em muito a capacidade profissional do aluno realizador.

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