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PROTOCOLOS E PADRÕES JAVA NA TV DIGITAL |
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VOLTAR PARA MAIS TEMAS DE MONOGRAFIA E TCC DE INFORMÁTICA E COMPUTAÇÃO Com a chegada da TV Digital no Brasil, e sua popularização, abre-se uma larga porta a investimentos na programação de softwares interativos entre o cliente e o sistema de televisão, além de empresas diversas que podem desenhar apps, como bancos, mercados, etc. Assim, tem-se uma excelente possibilidade de estudos em monografias e dissertação de mestrado de Informática e Tecnologia.Da mesma forma, a tecnologia JAVA e seus derivados é excelente no propósito de se estudar as possibilidades de aparelhos diversos. Veja este artigo sobre: Associado ao hardware do Set-Top-Box, aparelho conector da TV Digital, tem-se o Middleware Ginga, uma recomendação ITU-T H.761, desenvolvido para ser o modelo do Middleware para a Televisão Digital do Brasil e que hoje em dia é parte do padrão adotado por vários países da América Latina. A conjunção entre o Set-Top-Box e o GINGA permite desenvolver componentes e aplicações para TV digital, adicionando serviços aos usuários, com novas funcionalidades, muitas destas já disponíveis comercialmente pelas redes de TV a cabo ou de satélite, tais como: •Guias de Programação Eletrônica (Conhecido como EPG), Email e mensagens de texto Jogos interativos on-line Video sobre demanda Sistema de pay-per-view. Neste panorama, nesta seção se estudaria as arquitetura convencional do hardware e software, e como estas interagem durante a execução de aplicações interativas. (28) Para a arquitetura supracitada, existem ferramentas de software divididas em várias camadas. Estas ferramentas de software fazem uso das funcionalidades do hardware, para interagir com o telespectador e entregá-lo ao conteúdo televisivo interativo. A camada inferior do software é formada por um conjunto de controladores de dispositivos necessários para que um sistema operacional de tempo real executado na camada adjacente possa controlar o hardware. Distintamente dos sistemas operacionais de computadores pessoais, o sistema do set-top-box dispõe de recursos mais escassos do que um micro-computador, como uma memória menor e processadores com menor velocidade. (30) Na camada do sistema operacional, encontra-se o Middleware, que é a camada responsável por proporcionar uma interface de programação de aplicação (API – Application Programming Interface) aos desenvolvedores de aplicações. Esta interface é independente do hardware e das tecnologias de comunicação, facilitando o desenvolvimento de aplicações de software. Entre os padrões de middleware, estão o padrão Europeu MHP (Multimídia Home Plataform) da DVB (Digital Video Broadcasting), o americano DASE (DTV Application Software Environment) da ATSC (Advanced Television Systems Committee), o padrão ARIB da ISDB-T de Japão, e o GINGA do padrão brasileiro ISDB-Tb. (24) Finalmente, a camada de aplicação, onde residem os aplicativos produzidos que permitem realizar a interatividade com os diversos serviços, entregando assim ao telespectador o conteúdo digital na televisão. Middleware GingaProjetando o desenvolvimento de aplicações interativas para a televisão digital terrestre, a seguir se desenvolve um estudo detalhado do middleware Ging , o qual foi adotado no ano de 2009, para o sistema brasileiro de TV digital (SBTVD), baseado no padrão japonês, foi definido um middleware próprio denominado GINGA e adaptado a partir de um projeto de pesquisa de excelente qualidade.. Ginga é a camada de software intermediário (middleware) que permite o desenvolvimento de aplicações interativas para televisão digital, independentemente da plataforma de hardware de fabricantes de terminais de acesso (set top boxes) (29) Este middleware pode dividir-se em um conjunto de aplicações declarativas e aplicações de procedimentos. Para isso, Ginga se divide em dois grandes subsistemas interconectados: Ginga-J (para as aplicações de procedimentos Java) e Ginga-NCL (para aplicações declarativas NCL). Dependendo da funcionalidade do desenho de cada aplicação, um paradigma de programação é mais adequado do que o outro. A arquitetura de implementação de referência do middleware Ginga, pode ser dividida em três módulos: Ginga-CC (Common Core), o meio de apresentação Ginga-NCL (declarativo) e o meio de execução Ginga-J (de procedimento) Em particular, as aplicações declarativas freqüentemente fazem uso de scripts, cujo conteúdo é de natureza procedimental. Por outra parte, uma aplicação declarativa pode fazer referência a uma aplicação de procedimento, da mesma forma, uma aplicação procedimental pode fazer referência a uma aplicação declarativa, que contém, por exemplo, conteúdo gráfico, ou pode construir e iniciar uma apresentação de aplicações com conteúdo declarativo. Portanto, ambos os tipos de aplicações Ginga podem utilizar os benefícios que oferecem os ambientes para as aplicações declarativas e procedimentais (27) Ginga-NCLGinga-NCL foi desenvolvido pela PUC – Rio (Pontifícia Universidade Católica - RJ), e pelo fato de ser nacional, tem sua presença bastante interessante em monografias ou artigos, ao menos como curiosidade, destinado a proporcionar uma infra-estrutura para a apresentação das solicitações declarativas escritas na linguagem de NCL (Nested contexto lingüístico). NCL é uma aplicação XML (eXtensible Markup Language), com facilidades para especificar os aspectos da interatividade, em tempo-espaço entre os objetos dos meios de comunicação, a adapabilidade, suporte a múltiplos dispositivos e produção ao vivo de programas interativo não lineares. Sendo uma aplicação XML, a linguagem de NCL possui uma estrita separação entre o conteúdo e a estrutura, NCL não define os meios de comunicação por si próprios. Ao contrário, mantém os meios de comunicação, juntamente com uma apresentação multimídia. No entanto, um documento de NCL somente define como os objetos dos meios de comunicação estão estruturados e relacionados no tempo e o espaço. (25) O video (MPEG, etc.), áudio (AAC, etc.), imagem (JPEG, GIF, etc.) e texto (TXT, HTML, etc.), são exemplos de objetos de meios de comunicação. Entre estes objetos se destacam os objetos de vídeo e áudio em SBTVD. Outro objeto importante é aquele baseado em XHTML. NCL não substitui a XHTML senão que complementa o que é incapaz de cumprir como uma linguagem declarativa. A diferença de XHTML, a linguagem NCL não mistura a definição de conteúdo de um documento com sua estrutura. O ambiente declarativo é em si muito limitado. As aplicações que utilizam uma linguagem declarativa devem ter seu enfoque sobre o sincronismo, sendo o foco da língua NCL exatamente este aspecto, não a interatividade, já que a interação é tratada como resultado da sincronização. Em NCL, um documento XHTML é um tipo de elemento dos meios de comunicação. De forma semelhante, linguagens imperativas podem ser adicionadas e utilizadas como meios de comunicação. Em concreto, o Ginga-NCL, deve oferecer suporte a duas linguagens procedimentais, como LUA e JAVA. Lua é a linguagem script de NCL, e Java deve seguir as especificações de Ginga-J. (19) LUA é uma linguagem de programação extensível desenhada para uma programação procedimental geral com utilidades para a descrição de dados. Também oferece um bom suporte para a programação orientada a objetos, programação funcional e programação orientada a dados. Pretende-se que Lua seja usada como uma linguagem de script potente e rápida para qualquer programa que demande tal funcionalidade. Sendo uma linguagem de extensão, Lua não tem noção de programa principal (main): somente funciona embebido em um cliente hospedeiro, denominado programa recipiente ou simplesmente anfitrião (host). Este pode invocar funções para executar um segmento de código Lua, pode escrever e ler variáveis de Lua e pode registrar funções C para que sejam chamadas pelo código Lua. A utilização de LUA oferece algumas vantagens, como: além de ser um projeto de código aberto e desenvolvido em C, LUA combina a programação procedimental com poderosas construções para descrição de dados, baseadas em tabelas associativas e semântica extensíveis. Ginga-JGinga-J foi desenvolvido pela Universidade Federal da Paraiba (UFPb), para prover uma infraestrutura de execução de aplicações baseadas em linguagem Java, denominadas Xlet, com funcionalidades orientadas especificamente ao meio ambiente da televisão digital. O Xlets não precisa ser previamente armazenados no STB, pois pode ser enviado pelo canal de distribuição. Isto é, o modelo Xlet se baseia na transferência de código executável pelo canal de distribuição para o STB e posterior carregamento e execução do mesmo, de forma automática ou manual. Um Xlet é muito similar a um applet web ou MIDlet em celulares ou outros dispositivos móveis. O meio de execução Ginga-J define um conjunto de APIs, os quais podem ser divididos em três partes. O API (1), que oferece inovações que dão suporte às aplicações brasileiras, em especial à de conteúdo social; o API (2), também inovações brasileiras, mas que podem ser exportadas para outros sistemas; e o API (3), que segue o núcleo comum do padrão GEM. Em sua versão atual o Ginga-J segue as especificação do GEM (Globally Executable MHP) e ITU J.200, J.201 e J.202, sendo portanto compatível com os demais middlewares de TV digital que seguem estas especificações. O GEM está baseado no middleware MHP e especifica um conjunto de APIs, para ser usadas no desenvolvimento de aplicações para a TV digital, incluindo as APIs provenientes dos pacotes de Sun JavaTV, DAVIC [DAVIC, 1999] e HAVI [HAVi, 2001]. API JavaTV O API JavaTV é uma extensão da plataforma Java que serve para suportar a produção de conteúdos interativos de forma procedimental para a televisão digital. O objetivo principal da API JavaTV é proporcionar um conjunto de métodos, classes e interfaces para facilitar a criação de aplicações desenhadas para serem executadas em diferentes plataformas para a recepção de televisão digital, independente das tecnologias utilizadas na rede de transmissão. Acesso a dados no canal de transmissão: JavaTV podem receber dados. A API JavaTv tem várias bibliotecas, que são responsáveis por prover uma estrutura básica do sistema. ACESSE NOSSO BLOG DE MONOGRAFIAS
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