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O PROFISSIONAL CONTÁBIL E O CONTROLE INTERNO |
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VOLTAR PARA MAIS TEMAS DE MONOGRAFIA E TCC DE CONTABILIDADE Veja também MONOGRAFIAS DE ADMINISTRAÇÃO Este artigo visa delinear o envolvimento do profissional contábil no processo de controle interno nas empresas brasileiras, sendo cada vez mais corrente que a contabilidade é uma das forças essenciais no controle e gestão das organizações. A atividade contábil dentro da história da humanidade teve sua maior força em meados do século XIX e inícios do século XX; com o surgimento de corporações industriais, propriedade de acionistas anônimos e geridos por profissionais de contabilidade exercendo, concretizando e desbravando um espaço dentro da sociedade com sua importante atividade; o qual dá a pauta para que o resultado que o contabilista proporciona à entidade expanda e otimize internamente os recursos com que conta e os ganhos se quantifiquem cada vez mas. Isto foi resultado das mudanças que sofreu o país em todos os sentidos; no entanto nos basearemos em quatro de vital importância para a profissão contábil: a globalização da economia, o desenvolvimento de estudos acadêmicos (pesquisa nacional e internacional), a tecnificação da profissão e o reconhecimento desta; criando maiores necessidades nas entidades, como qualidade na operação, rendimento e otimização nas políticas e procedimentos implementados, Oportunidade na emissão da informação e obtenção de um controle de qualidade total de maneira interna para o alcance dos objetivos e fins propostos na entidade. É importante mencionar que controle interno é um plano no qual serão previstas todas as medidas administrativas dentro da entidade para a obtenção dos objetivos propostos; daí que o controle interno seja um plano de organização em que se estabelecem as políticas e procedimentos que persegue a entidade com o fim de salvaguardar os recursos com que conta, verificar a exatidão e veracidade da informação para promover a eficiência na operações e estimular a aplicação das políticas para o lucro de metas e objetivos programados. De aqui se pode inferir que a efetividade do controle interno dependa de grande medida da integridade e dos valores éticos do pessoal que desenha, administra e vigia o controle interno da entidade. De acordo com as Normas e Procedimentos de auditoria, o controle interno deve ter uma estrutura básica dentro da empresa, baseando-se nos seguintes elementos: - ter um Ambiente de Controle, em que combinasse os fatores que afetam as políticas e procedimentos da entidade, de tal maneira que se possa avaliar os riscos, identificando, analisando e administrando-os para que não desvirtuem os objetivos da entidade, - mediante sistemas de informação e comunicação que provoquem uma quantificação da informação, estabelecendo procedimentos de controle com o fim de proporcionar uma segurança razoável de que os objetivos específicos da entidade vão conseguir de forma eficaz e eficiente, - tendo uma responsabilidade e papel importante o conselho de administração que se encarregasse de estabelecer e manter os controles internos estabelecidos, isto mediante uma vigilância concreta e próxima para observar se estes estão gerando os objetivos estabelecidos, - mediante uma operação eficaz em operações, avaliando o desenho e os resultados que trazem consigo. Não se deve perder de vista que os fatores externos afetam de maneira considerável o comportamento interno da empresa. Isto ocorre porque se tem que tomar em consideração o tamanho a entidade para se delinear quais são suas debilidades e fortalezas no exterior e as medidas de controle que devem ser adotadas para obter um bom resultado, o tipo de atividade que tem e como esta se encontra inserida no mercado; que impacto têm os aspectos econômicos de que é parte o país, também é necessário levar em conta como está estruturada a entidade e o sistema de contabilidade que foi implementado, verificando a oportunidade da informação em sua emissão para a tomada de decisões em tempo refletido em bons investimentos e economia de custos e as técnicas de controle interno estabelecidas na economia destes quando sejam desnecessários, observando também os problemas que pudesse ter o negócio no exterior e interior com os recursos com que conta, tomando este desde o econômico até o humano, que é um fator importante na existência de qualquer organização compartilhado com a revolução da tecnologia na inovação que gera uma importante economia de tempos e agilização de operações, e tomando em consideração todo o aplicável de forma legal que aplica a entidade para evitar contratempos e custos desnecessários que afetem a operação do negócio, ou seja, a inovação é um fator de constante enfoque por parte da entidade. Como se observa o controle interno é de vital importância para a otimização da operações e o crescimento do negócio tanto no administrativo como na operação; beneficiando assim desde o acionista até o próprio cliente já que terá este um grau de confiança sobre a entidade e prevalecerá no tempo gerando utilidades e crescimento interno na entidade. Veja ainda outros temas de Contabilidade: CONTABILIDADE INTERNACIONAL E AS NORMAS BRASILEIRAS Veja também temas de: Monografias de Educação Física
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