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O ARTIGO CIENTÍFICO

 

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De acordo com a vivência científica, os acadêmicos são confrontados seguidamente pela necessidade da redação de textos de cunho variado. Seja para disciplinas específicas, atividades de pesquisa, dentre outros, os alunos devem escrever seguidamente artigos sobre um ou mais assuntos.

Muitos alunos, ao invés de uma monografia ou mesmo um TCC, devem redigir um artigo científico, e não sabem a diferença entre os conceitos, ou a função do mesmo.

Outros pensam que um artigo apresenta uma elaboração mais simplificada, o que não corresponde à realidade.

A melhor definição para o termo artigo científico é a de que este é um texto científico, daí o nome, por vezes acadêmico, mas que tem a função de relatar uma gama de resultados imbuídos de originalidade, encontrados a partir de uma pesquisa.

É histórico o fato de que o conceito deste já é praticamente o mesmo desde o século XVIII, a partir da evolução científica ocorrida na época, a necessidade de destacar resultados de uma determinada pesquisa, o desenvolvimento das editoras especializadas, entre outros aspectos, mas o principal era a demanda por pesquisa que estava presente.

Tal demanda por resultados é a mesma causa de você precisar elaborar um artigo de pesquisa, ou uma monografia de conclusão de curso ou TCC. A sua instituição de ensino quer ver se você tem condições de ter realizado uma determinada pesquisa, influenciada pelo tema do artigo cientifico, e se você consegue apresentar os resultados da mesma de forma clara, concisa e editada apropriadamente.

Assim, um artigo científico pode ser conceituado como um estudo realizado de maneira resumida sobre uma questão que se fundamenta em alguma natureza científica. Devido à sua dimensão, assim como conteúdo, visa a representação de um resultado de estudos efetuados.

Define-se um artigo científico como um relatório escrito e publicado que descreve resultados originais de uma pesquisa. É a publicação válida por excelência (artigo científico, artigo original e publicação primária são sinônimos) e todas as revistas científicas têm uma seção ampla dedicada a publicar artigos originais.

A finalidade primordial de um artigo seria trazer a público resultados de pesquisas realizadas ou estudos efetuados, sendo este o cunho exercido na quase totalidade dos cursos de graduação ou pós-graduação.

O artigo científico conta com uma forma de realização relativamente distinta de uma monografia convencional, devido à maior concisão e natureza dos dados tratados.

E é justamente aí que reside a maior dificuldade para quem escreve um artigo, que, se ao contrário de uma monografia, que pode se estender por diversos capítulos, esmiuçando o tema abordado (clique para saber mais sobre a dissertação de uma monografia ou de um artigo científico), podendo-se divagar (e por que não, em alguns casos, "encher linguiça", possibilidade esta que não está presente em um artigo científico.

No entanto, da mesma forma, o artigo científico é dividido em partes pré, textuais e pós textuais, sendo que também estas partes se encontram em menor número.

A linguagem própria a ser utilizada para a realização de um artigo de investigação deve primar pela concisão e objetividade, buscando dar maior relevância para os dados a serem apresentados.

Tem-se um panorama significativo para a ampliação do papel de tal trabalho de pesquisa

No entanto, no âmbito das diferenciações, existe outra que ainda não foi levantada... Não na faculdade, onde o orientador do artigo científico ou da monografia deve acompanhar e editar o artigo elaborado, assim como seria com uma monografia ou um TCC, fora do seu curso, geralmente as monografias não sofrem essa edição ou controle por parte dos outros.

Já um artigo científico que vá ser publicado em algum lugar, geralmente uma revista científica, também denominada revista indexada, sofrerá um controle, mais ou menos rigoroso, assim como ocorreu com o seu orientador, para que seja certo que ele cumpra várias exigências, entre elas, o nome do autor, seu centro de pesquisa, coautores, o texto, a metodologia da pesquisa, os resultados, as bibliografias selecionadas, entre outros aspectos menores.

Outro elemento muito importante do trabalho articular é a redação do artigo. Esta deve receber uma atenção rigorosa, principalmente pela estruturação de seus parágrafos e frases, que são um tanto distintos do texto de uma monografia comum, já que sua concisão exige um tratamento textual enxuto e direto

Saiba mais sobre bibliografia de monografia e artigo cientifico

Assim, o leque de textos que pode se denominar como sendo um artigo científico não é tão amplo, na verdade.

Mas quais são os requisitos mais gerais para que um texto monográfico possa ser denominado artigo científico?

Um artigo científico com nível adequado precisa ser original e conter dados suficientes para que o revisor do artigo possa:

- analisar os argumentos do autor

- replicar a metodologia experimental

- avaliar o peso científico da pesquisa apresentada

- estar disponível para outras pessoas

- estar aberto para reavaliações, sempre que o ambiente científico do tema do artigo científico se modifique, seja por novas descobertas, seja por novos resultados melhores.

E agora você poderá pensar: Uau! Eu nunca vou fazer um artigo científico decente!

Mas relaxe... Você não está sozinho. Se você soubesse quantas revisões os artigos científicos do seu orientador de monografia tiveram que passar, talvez você se sentisse melhor. A redação de bons artigos se dá pela prática, seja da escrita, seja da pesquisa.

Vamos analisar com mais calma cada aspecto de um bom artigo científico.

Em primeiro lugar, ele deve ser a primeira divulgação de determinados dados acadêmico-científicos. Se na prática a primeira divulgação se dá na forma oral, geralmente em seminários, simpósios e congressos, o que importa é o que está escrito no papel, ou seja, de maneira permanente.

Apesar de não haver uma regra específica quanto ao número de páginas, um artigo é menor e mais conciso que um texto monográfico, apresentando um sistema de formatação próprio e relativamente variável, de acordo com o objetivo do mesmo.

Quer saber mais sobre formatação de artigos cientificos ou monografias?

PAPEL DO ARTIGO CIENTIFICO

Tal como em uma monografia, o papel de um artigo científico, fundamentalmente, deriva do próprio gênero do mesmo. Via de regra, podemos dividir os artigos em três gêneros:

- Artigo de revisão bibliográfica - Tal como o nome já indica, artigos científicos deste tipo são elaborados a partir da análise de referenciais teóricos ou fontes bibliográficas. Sua função principal é, partindo-se da síntese e da estruturação conceitual, ampliar o entendimento sobre o tema. Nas universidades, tais artigos científicos muitas vezes servem para ampliar a familiaridade do aluno com o conhecimento científico.

- Artigos originais - A principal diferença é que, apesar de também se apoiarem em fontes bibliográficas, seu papel principal é destacar os resultados de uma pesquisa prática realizada pelo autor ou pelo grupo de trabalho deste. As diferenças residem na metodologia de elaboração, que foge do universo da leitura para a vida prática real.

- Artigos de divulgação - Os artigos científicos de divulgação, como o próprio nome indica, servem para comunicar ao público alvo algo que seja do interesse do autor. Estes não são muito comuns nos cursos de graduação e pós-graduação.

A partir dessas diferenças conceituais, pode-se ter uma idéia da complexidade do trabalho exigido, de modo que, desta forma, um artigo científico pode não ser mais simples ou fácil que uma monografia ou um TCC sobre o mesmo tema.

A EVOLUÇÃO DO CONCEITO DE ARTIGOS DE PESQUISA

Apesar da aparente novidade, a importância dos artigos científicos para a produção científico-acadêmica já tem alguns séculos de história, já que esta forma textual foi uma das principais maneiras de perpetuação e divulgação em muitas disciplinas de pesquisa, mantendo, surpreendentemente, uma forma mais ou menos estável já há mais de um século.

Independentemente do maior acesso contemporâneo aos artigos científicos à internet que às próprias revistas e jornais, caso um pesquisador de 1870 tivesse acesso a um artigo atual, seria plenamente capaz de compreendê-lo.

O acesso de um maior número de artigos científicos e pesquisas de monografias na internet, com diversos modelos, temas, níveis de complexidade, entre outros fatores diferenciais, tende a reformular a eficácia dos mesmos, já que estão cada vez mais livres e acessíveis para um maior número de indivíduos, em todo o planeta.

Antigamente, a única maneira de se obter acesso a um artigo científico determinado seria através da pesquisa em uma biblioteca, geralmente em uma instituição de ensino de nível superior. Isto demandava tempo de deslocamento, de pesquisa, de cópia e posterior leitura. Nem todas as bibliotecas tinham meios de assinar todas as revistas indexadas, nem arquivar todos os volumes recebidos.

Hoje, pode-se não somente consultar bibliografias para uma monografia ou um TCC na forma de artigos em papel nas bibliotecas, mas assinar online as revistas indexadas e, desta maneira, aceder a qualquer trabalho científico na forma de um artigo. Assim, torna-se normal que a elaboração de um artigo, ou uma monografia, seja cada vez mais acompanhada de um maior nível de exigência por parte dos orientadores de monografias. Entende-se que os alunos podem acessar uma maior quantidade de informações e, por isso, podem apresentar um maior nível textual, aumentando-se, desta forma, a importância da monografia ou do próprio artigo

No caso da Enfermagem (como um simples exemplo) se estudam problemas de saúde dos quais se deriva uma atuação específica de enfermagem. Parte-se de diagnósticos de enfermagem, não tanto de sinais e sintomas, avaliando-se o resultado das atividades em base aos objetivos e plano de cuidados.

Costumam ocupar uma média de 4-5 páginas de revista (manuscritos de 12 folhas a duplo espaço). Acompanham-se de gráficos e tabelas e em casos excepcionais de fotografias e desenhos. O número de autores não costuma ser superior a seis, considerando-se ao primeiro como autor principal.

Deve-se deixar claro que quando se trata de escrever um artigo original é necessário ter realizado uma pesquisa previamente.

COMO SE ORGANIZA UM ARTIGO CIENTÍFICO

Seguindo o sistema IMRED –

Resumo

Sumário

Introdução

Metodologia

Resultados e

Discussão ou Conclusão

Alguns autores desagregam o tópico Conclusões, enquanto outros o consideram dentro da Discussão. Isto é o que constituiria o corpo do artigo, mas ainda há outras seções preliminares e finais de uma grande importância.

RESUMO

O resumo serve justamente para sintetizar todo o conteúdo do artigo científico, oferecendo ao leitor uma base para que este possa conhecer o artigo. No resumo deve estar contida a idéia da introdução, o objetivo do artigo, a metodologia adotada, os resultados e a discussão. O papel do resumo em um artigo científico é tão importante que é por ele, muitas vezes, que um aluno que escreverá sua monografia ou seu TCC, um mestrando ao redigir sua dissertação de mestrado ou um pesquisador escolherão seu artigo para ler ou não.

Veja mais sobre O RESUMO EM UM ARTIGO CIENTIFICO

SUMARIO

É a partir do sumário que o leitor poderá observar, em linhas gerais e rapidamente, a divisão do conteúdo do artigo científico. Geralmente, esta é a segunda parte mais observada em um artigo científico, (o mesmo se dá o em uma monografia ou em um TCC), de modo que o autor deverá dividir os tópicos próprios do tema do artigo de modo claro. ,

INTRODUÇÃO

Em um artigo científico, a introdução tem o papel de oferecer um panorama geral da temática oferecida no texto, enfocar os objetivos primordiais da composição deste artigo, um resumo rápido da metodologia (que será melhor explicitada no seu campo próprio), citando ao menos a população do estudo e a importância do trabalho.

Veja mais sobre a INTRODUCAO DE UM ARTIGO CIENTIFICO

DIFERENÇAS ENTRE MONOGRAFIA E O ARTIGO CIENTÍFICO

Uma das principais diferenças entre monografias e artigos científicos é a concisão de linguagem a ser utilizada neste último. Um artigo tem uma extensão menor que uma monografia sobre o mesmo tema, devendo, por isso, ser mais sintético. Em uma pesquisa monográfica o autor pode divagar mais e esmiuçar melhor o assunto, mas este não é o papel do artigo.

Aqui reside uma das principais dificuldades do artigo científico: como fazer caber, muitas vezes em poucas páginas, as idéias originais do autor? Como ele poderá abordar o necessário em tão pouco espaço?

Isso varia de caso a caso, mas quem já escreveu um artigo científico sabe perfeitamente o quão difícil é você ser obrigado a resumir suas idéias ou seus resultados.

Da mesma forma, essa diferença ensina, ao autor, a como ser preciso cientificamente, como selecionar com mais base sua bibliografia de pesquisa, como avaliar melhor os dados coletados, entre outros aspectos.

E é exatamente por isso que é cada vez maior o número de instituições de ensino que solicitam a seus alunos a entrega de artigos científicos e não uma monografia ou um TCC no final do curso, já que a correção é facilitada pelo menor texto, que deverá ser muito mais rico e objetivo que em um material monográfico.

Por sua natureza, a redação de um artigo científico pode ser precedida pela entrega de um projeto de pesquisa, que servirá para delimitar anteriormente as bases fundamentais da pesquisa a ser realizada e entregue quando da elaboração do artigo científico.

DICAS PARA PUBLICAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS

Para tornar a escrita de um artigo científico como uma atividade mais leve, podemos propor doze recomendações muito concretas que ajudarão a redigir seu artigo de maneira que o comitê de redação da revista escolhida por você fique gratamente surpreso.

Regras de ouro do artigo científico

1-

Escrever o título em 15 palavras que descrevam o conteúdo do artigo de forma clara, exata e concisa.

Evitar subtítulos, siglas, títulos telegráficos e inespecíficos, superexplicações, etc. Deve ser atraente: chamar a atenção. Esta é a diferença entre seu artigo científico ser lido ou não.

 2-

Explicitar até um máximo de seis autores segundo a ordem de importância de sua contribuição material e significativa à pesquisa.

Excluir colaboradores ocasionais ou aqueles que por sua posição hierárquica somente facilitaram a pesquisa.

3-

Identificar a instituição ou instituições onde se realizou a pesquisa

Incluir todos os dados que permitam a correspondência a outros autores e instituições, sendo que estas informações farão parte do artigo científico.

4-

Incluir um resumo estruturado que, entre 150 e 300 palavras, identifique de forma rápida e exata o conteúdo básico do artigo científico.

Deve conter ao menos: objetivo, desenho, contexto (localização e nível do atendimento), metodologia, descrição e análise dos dados, resultados e conclusões.

5-

Na Introdução do artigo científico, você deverá explicar o problema geral, o de pesquisa, o que outros escreveram sobre o mesmo e os objetivos e hipóteses do estudo.

6-

Em Metodologia, cabe a descrição do desenho da pesquisa adotada e explicar como se levou à prática, justificando a eleição de métodos e técnicas de forma tal que um leitor competente possa repetir o estudo.

Apresentar a descrição segundo a seqüência que seguiu a pesquisa: desenho, população e amostra, variáveis, coleta de dados, análises, etc.

7-

Apresentar os resultados do estudo mencionando os achados relevantes (inclusive os contrários à hipótese), incluindo detalhes suficientes para justificar as conclusões.

Utilizar o meio de apresentação mais adequado do artigo científico, claro e econômico: preferivelmente o texto (em tempo passado), tabelas e gráficos (autoexplicativos) e ilustrações (somente as essenciais).

8-

Na discussão mostrar as relações entre os fatos observados

Explicar o significado dos resultados, extrair inferências válidas, similitudes e diferenças com os resultados de outros autores, sugerir linhas de investigação, etc.

9-

Estabelecer conclusões inferindo ou deduzindo uma verdade, respondendo à pergunta de pesquisa proposta na introdução.

10-

Na seção de agradecimentos, reconhecer a colaboração de pessoas ou instituições que ajudaram realmente no andamento da pesquisa, que colaboraram na redação do artigo cientifico ou revisaram o manuscrito.

11-

Enumerar as referências bibliográficas segundo a ordem de menção no texto e somente obras importantes e publicações recentes (salvo clássicos).

Excluir referências não conferidas pelo autor.

Adotar o estilo formatação de Vancouver.

12-

Incluir na forma de Apêndices a informação relevante que por sua extensão ou configuração não se enquadra dentro do texto do artigo científico.

 
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