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O CAPITAL INTELECTUAL

 

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INTRODUÇÃO

As raízes Ocultas do valor

Onde há uma empresa de sucesso, alguém tomou alguma vez uma decisão valente. - Peter Drucker (1909-2005) Escritor e consultor austriaco.

Muitos alunos que necessitam fazer um artigo científico em Administração, ou uma monografia em pós-graduação na mesma área entende que o enfoque no capital intelectual de uma empresa é um excelente tema monográfico.

Tenhamos como valor presente importante e estratégico que as pessoas geram capital para a empresa através de sua concorrência, sua atitude e sua capacidade para inovar. As concorrências incluem as habilidades e a educação, em tanto a atitude se refere às condutas. Mas é finalmente a capacidade de inovar, a que pode gerar mais valor para uma companhia. Tudo isto constitui o que chamamos o Capital Humano.

O Capital Intelectual, assim, está vinculado com todo aquele valor que nasce da diferença entre o valor de mercado de uma empresa e o valor de seus ativos. Esse valor oculto, intangível e difícil de identificar, está composto principalmente pelo Capital Humano e algo mais, que é o Capital Estrutural.

O Capital Estrutural é gerado a partir das relações, rotinas e procedimentos sistemáticos, que permitem que a companhia realize seus labores diários. Incluem-se as bases de dados, manuais, marcas e todas aquelas coisas cujo valor para a companhia é maior que seu valor material.

As Decisões são cruciais, gerando oportunidades ou perdas; no entanto, deve-se sempre levar em consideração todos os elementos necessários de informação de valor antes de tomá-las, sendo por isso que o tema central desta monografia se centra em demonstrar e conseguir persuadir o leitor de que o mundo a cada dia é mais dinâmico e global, implicando que as formas de fazer negócios e as transações que são realizadas a partir de todo dado e informação histórica, seja financeira, administrativa ou contábil - veja sobre monografias de contabilidade - somente nos mostra uma foto de um palco e tempo determinado de tudo aquilo que podemos perceber e ter na forma escrita ou registrada contabilmente ou financeira através das diversas transações e interações com o meio empresarial e os agentes econômicos onde se desenvolve e se gere a organização como ente organizacional e vivente.

Contemporaneamente, não somente é importante ter informação sobre sua perfomance contábil e financeira para a Tomada de Decisões e sua Valoração senão que ela é incompleta e o mundo dos negócios atual, bem como os gurus da Administração demonstram com diversos exemplos completos disso em vários livros de business e de gestão.

Nestes exemplos, sempre interessantes para o desenvolvimento de um caso prático em uma monografia ou um TCC nesta área, onde se mostram diversas empresas que não só são valorizadas por seus ativos contabilistas e através de meios tradicionais de contabilidade, mas também são cotadas por outros índices de valorização.

IMPORTÂNCIA DO CAPITAL INTELECTUAL

Ao desconsiderar tais limitações informacionais, as consequências poriam em risco a vida da Empresa. no mundo dos negócios de hoje em dia as grandes organizações exitosas no mundo nos dão lição disso a cada dia, senão vejamos os casos de Soutwest Airlines, Xerox, CNN, Microsoft, Intel, Skandia, etc. que superam em grande parte em riqueza seus competidores que apesar de ter maior tempo no mundo dos negócios e possuir maiores ativos seu Valor Real é muito menor, como por exemplo; as centenárias Chrysler ou Boeing e não podemos deixar de mencionar a tristemente celebre Arthur Andersen, a mesma organização que sucumbiu e desapareceu ante o escândalo de ENRON, mas que era uma empresa exitosa e de um alto prestígio durante muito tempo no mundo, não por seus ativos senão por seu Capital Intelectual.

Definamos então o capital Intelectual, segundo se conclui da bibliografia, como o conjunto de ativos intangíveis mais importantes das empresas baseados no conhecimento, entendendo-se por conhecimento ao novo agente produtor de capitais econômicos e organizacionais. Os elementos principais da base do capital intelectual podem ser expressos da seguinte maneira:

O primeiro dos três componentes modulares do capital intelectual é o Capital Humano, que compreende a competência, conhecimento, valores e potencial inovador dos indivíduos dentro da organização. Uma frase gráfica resume claramente sua importância: O único capital que realmente importa é o capital humano.

Ao segundo elemento se pode chamar Capital da Economia de Mercado, que inclui os canais de distribuição e marketing de uma empresa, sua rede de associados por alianças estratégicas e a lealdade e capacidade de geração de ideias de seus clientes e provedores. O Capital Estrutural é a infra-estrutura inovadora da empresa, o meio pelo qual os Capitais Humanos e o Capital da Economia de Mercado convergem e finalmente se convertem em capital financeiro e utilidade.

O CAPITAL INTELECTUAL E O CONHECIMENTO

O capital estrutural inclui a capacidade de mudança, a liderança dos gerentes, aprendizagem e trabalho de equipe da organização, suas estratégias, visão, cultura, sistemas informáticos, bases de dados, patentes e inumeráveis questões intangíveis que são as fontes verdadeiras do potencial do valor e da vantagem comparativa, ampliando a motivação dos seus funcionários e sua produtividade em praticamente todos os campos internos e externos.

Anteriormente, os ativos que aparecem nos balanços gerais, seus relatórios de perdas e ganhos, e outras ferramentas da civilização administrativa da era industrial, eram a área básica à qual se enfocavam os administradores das empresas. Com a chegada de inovadoras formas de negociação, novos mercados e a rapidez nos que se desenvolvem, estamos obrigados a inovar permanentemente nossas estratégias de negociação, aplacar o valor potencial oculto, adotar uma atitude empreendedora, globalizar nossos negócios num mundo sem fronteiras físicas, modernizar nossa infra-estrutura e sistemas computacionais e de telecomunicação, para sobreviver e estar ao nível competitivo que atualmente se requer.

O total dos ativos das empresas pode ser comparado a um icerberg: Dos 100% existente, somente se pode visualizar uns 10%, que compreendem o Capital Financeiro, sendo os 90% restantes que se encontram ocultos o Capital Intelectual da Empresa. Mas para descobrir isso teremos que praticar eficientemente a Gestão do Conhecimento o qual é o processo de administrar continuamente os recursos do Capital Intelectual, adquiri-los, identificá-los, analisá-los e explora-los para satisfazer necessidades existentes e futuras, bem como também planejá-los e controlá-los para desenvolver novas oportunidades, com o fim de atingir os objetivos organizacionais.

Com este conceito de gestão, apoia-se a empresa na busca de uma posição competitiva criando novas oportunidades de negócios. A revolução da informação (internet), a comunicação via satélite e sem fio, as tecnologias da computação mudaram substancialmente as regras dos mercados internacionais e a estrutura das organizações, traspassando as barreiras políticas, geográficas e sociais dentro e entre as companhias, permitindo que pequenas empresas e países entrem em competição com os maiores, reescrevam as regras da concorrência administrativa organizacional e consigam uma restruturação estratégica, criem indústrias totalmente novas, reinventem o funcionamento de uma indústria já existente e estabeleçam a norma mundial de negócios de facto para uma indústria em desenvolvimento.

As companhias com as crenças de manter vantagens competitivas de longo prazo em seus respectivos negócios focam erroneamente suas energias intelectuais e financeiras na construção de fortalezas competitivas impraticáveis. Pelo contrário, a inovação contínua é o mecanismo da empresa pela qual se mantêm à frente dos negócios em suas respectivas áreas.

A hipercompetencia global desta época não respeitou nenhum campo, e as inovações constantes se tornaram uma necessidade competitiva. O valor potencial oculto das empresas é o Capital Intelectual não explorado que toda empresa possui. Os esforços criativos e positivos para aplacar e descobrir o valor potencial oculto precisam de um verdadeiro esforço intelectual e grande habilidade para estudar seus próprios recursos com o suficiente talento e intuição estratégica para descobrir novas fontes de valor, que produzam benefícios para as empresas. A missão do gestor é descobrir estas fontes potenciais sejam estes recursos humanos, processos de fabricação ineficientes e inclusive tecnologia existente subutilizada, seja que o valor oculto radique dentro ou fora da organização, o ponto fundamental é que existem muitos.

A velocidade com que as organizações consigam produzir novos campos de negócio, é uma ferramenta essencial que lhes dá um valor agregado para que possam ser superiores a seus competidores. O primeiro em explorar o campo de negócio descoberto tem mais pontos a favor do que seus semelhantes. As recompensas são extraordinárias, entre as quais se podem nomear as seguintes:

A possibilidade de estabelecer normas industriais de fato, ao ser os primeiros em colocar nos mercados ofertas inovadoras e a capacidade de manter-se na vanguarda ao incorporar avanços tecnológicos em produtos e serviços mais rápido do que sua concorrência.

A habilidade de responder com maior velocidade às oportunidades de mercado e reduzir radicalmente o risco comercial ao introduzir novas ofertas, para obter e assegurar os canais de distribuição mais atraentes e estratégicos.

MUDANÇAS GERENCIAIS DO CAPITAL HUMANO

A mudança de mentalidade do pessoal, outorgando-lhes poder de decisão e os recursos necessários, rompendo as barreiras intelectuais, ideologias e organizacionais das empresas, já que os problemas se resolvem mais rápido, melhorando a produtividade e obtendo resultados concretos. As barreiras organizacionais das empresas se apresentam em três diferentes variedades, as barreiras horizontais, que com muita freqüência evitam a colaboração entre diferentes departamentos e especialistas; as barreiras verticais ou hierárquicas, que separam os executivos de alto nível dos colaboradores sem cargo; e as barreiras da própria empresa, que separam toda a companhia dos outros participantes fundamentais neste sistema comercial como clientes, provedores e competidores.

As empresas encontrarão um melhor mecanismo para conduzir seus negócios e políticas internas, solucionando o problema das barreiras horizontais e verticais, utilizando novas tecnologias que ofereçam a infra-estrutura e a possibilidade de liberar a informação e derrubar as hierarquias, com a capacidade do executivo de manejar e canalizar este aspecto. Por outro lado, as denominadas associações, chamadas as alianças estratégicas entre companhias, converteram-se numa forma de vida para as organizações grandes, médias e pequenas, e o melhoramento das políticas de negociação e interrelação com seus clientes e provedores, permitiram eliminar as barreiras externas das empresas.

O CAPITAL HUMANO NAS EMPRESAS

Ao superar este tipo de barreiras, refletem-se os resultados positivos em todas as estratégias de comercialização, distribuição, fabricação, produção, logística, alianças, e o mais importante, nas estratégias para adquirir e propagar o valor-conhecimento através da organização.

Análise crítica

A informação financeira provê os administradores de toda informação sobre a estrutura, comportamento, posição e mudanças previstas ou já realizadas na empresa, pelo que resulta de grande utilidade para aqueles que tenham de tomar decisões econômicas.

Tomar decisões acertadas se converteu no objetivo fundamental dos status financeiros, que se encontraram com dificuldades ao tratar determinadas partidas intangíveis, não só quanto à determinação de seu valor, inclusive em sua própria identificação.

As mudanças que se estão produzindo no meio provocam que tais partidas intangíveis adquiram cada vez mais importância nos estados financeiros de qualquer organização. O statuo quo que mantinham as grandes organizações como por exemplo IBM e AT&A devido ao tamanho de sua infra-estrutura, a estabilidade e a experiência industrial, já não é suficiente para manter-se no mundo comercial atual, a instabilidade de predição da hipercompetencia global tem diminuido por completo os valores e virtudes empresariais que existiam. Assim, é natural que tenham surgido novos paradigmas para a gestão eletrônica de recursos humanos, ou e-rh, para o controle do capital intelectual de uma entidade organizacional.

Para sobreviver nos tempos atuais, precisa-se de uma mentalidade de mudança e uma atitude empreendedora, com idéias novas e políticas insólitas de gestão e comercialização. Segundo este tipo de condições, o que conta é o desejo e capacidade de aceitar riscos, obter retroalimentação da vida real e a necessidade de ação imediata; em outras palavras a capacidade de ser empreendedores.

INOVAÇÃO DA TECNOLOGIA NAS EMPRESAS E A GESTÃO DO CONHECIMENTO

As circunstâncias competitivas do mundo moderno, liquidamente globalizado permitiram o desenvolvimento de uma mentalidade empresarial com uma visão internacional, os negócios agora se realizam ao redor do mundo, a distância geográfica é relativa devido ao avanço dos meios de comunicação. Se os gestores desejam conseguir novas oportunidades de negócio, devem procurar em novos mercados não explorados, que geralmente não se encontram nos limites enclaustrados e economicamente estancados de suas próprias regiões, na atualidade os negócios se desenvolvem num mundo interrelacionado e integral.

OS ATIVOS DO CAPITAL INTELECTUAL

Uma das fontes de riqueza mais importante de nossa época é o valor-conhecimento, sendo provável que os ativos intelectuais da maior parte das companhias valham mais do que o valor material assentado nos livros de contabilidade, as empresas exitosas são aquelas que constantemente criam, adquirem e transferem o novo conhecimento, difundem-no em toda a organização e o incorporam a suas novas tecnologias e produtos. A aprendizagem organizacional se converte em essencial, devido à dificuldade, rapidez e complexidade do ambiente hipercompetitivo desta época.

O grupo Skandia, uma das maiores empresas de serviços financeiros do mundo, é a primeira companhia em explorar seu Capital Intelectual. Em 1991 contratou Leif Edvinsson como o primeiro Gestor do Capital Intelectual e depois agregou Tove Husell como Controlador do Capital Intelectual. Agora conta com uma equipe dedicada só ao crescimento e desenvolvimento da base do Capital Intelectual da Skandia. Na Internet podemos ver que esta organização publicou alguns artigos como Skandia AFS: Balanced Annual Reporton Intellectual Capital; Visualizing Intellectual Capital in Skandia, tanto assim que agora os trabalhos do Capital Intelectual da Skandia pertencem a Harward Business School.

Mas não esqueçamos que para negociar e valorizar uma Empresa como competir no mundo global dos negócios, a informação contábil e financeira é fundamental para poder determinar o status de uma empresa e que se proporciona de forma confiável mediante métodos e sistemas válidos e verificáveis, mas ela não é completa, sendo necessário ver com maior profundidade seu interior e suas raízes da qual se nutre, cresce e se desenvolve a qual é através de seu capital humano de conhecimento denominado Capital Intelectual, o qual devemos ter sempre claro e não sequer pretender tomar decisões só através dela, excluindo ou prestando o nível de importância que requer a informação contábil e financeira no mundo empresarial e a sobrevivência das organizações.

CONCLUSÃO

A maior parte das empresas é capaz de identificar como partidas ativas de seu patrimônio as construções, os terrenos, o mobiliário, a maquinaria, as patentes, os direitos de reprodução ou as marcas registradas. Costumam estar contabilizadas por seu preço de custo e não por seu valor de mercado, mas ao menos figuram no patrimônio empresarial. O que já não aparece refletido em tais estados é o conjunto de valores que definimos como intelectuais. A gravidade do fato está não tanto em sua ignorância a nível contábil, senão em que na maioria dos casos a empresa não se tem percebido, sequer, sua existência.

Em alguns casos, as práticas contábeis não só foram inadequadas, senão que ademais exerceram uma significativa influência negativa. Em lugar de considerar como investimentos a meio ou longo prazo as quantidades contribuídas aos ativos que integram o conjunto de valores intelectuais, consideraram-nas como gastos que devem ser minimizados e depois amortizados o antes possível.

Existe uma diferença, em alguns casos muito grandes, entre o valor real de uma empresa e o valor que se deduz de sua cotação ou da informação contida em seus estados financeiros. Esta diferença variará em função da razão que justifique a determinação do valor, e expressa o valor extra (ou, se for o caso, a diferença negativa de valor) que o mercado estima para a empresa. Isto pode dar uma idéia de que algo não funciona com a informação financeira.

A identificação, a valoração e a potenciação dos fatores que provocam tal valor extra se converte num aspecto de enorme importância para a sobrevivência e o futuro da empresa, além de explicar a razão da diferença.

O capital intelectual se converteu no pilar fundamental da filosofia da criação de valor. De todas as formas, a medida e gestão do capital intelectual não devem ser entendidas como um fim em si mesmo, senão como uma ferramenta a mais do processo de criação de valor. Pensamos que a preocupação das organizações não deve estar em como incluir o capital intelectual nos estados financeiros tradicionais, senão em como criar um amplo conjunto de indicadores integrados em estados independentes dos tradicionais e referidos à criação de valor

A informação financeira registrada na empresa tem como base a realização de transações com terceiras partes. É por isso pelo que se considerou em todo caso objetivo e real, inclusive se não se ajustava aos valores de mercado. No entanto, a maioria das técnicas para medir o valor do capital intelectual está baseada em indicadores e não em transações. Isto é, não são necessárias transações com terceiras partes para que se reflitam as variações produzidas sobre as partidas que integram o capital intelectual.

A empresa deve potencializar e utilizar eficazmente aqueles ativos intangíveis que lhe permitam, durante um prazo médio ou longo, um rendimento técnico superior ao custo financeiro de seus ativos tangíveis. Estabelece-se assim a condição necessária, ainda que não suficiente, para a obtenção de rendimentos máximos, ao mesmo tempo que se situa os ativos intangíveis onde lhes corresponde, no núcleo da atuação da empresa.

Com independência dos problemas que provoca o tratamento dos intangíveis, a filosofia que deve utilizar-se em relação com eles é a que os considera como centro gravitacional da empresa, peça fundamental para a consecução de excedentes de margem, e peça chave e fundamental na tomada de decisões estratégicas.

Ser diferente ou, melhor dito, ser percebido diferente, exige utilizar novas linhas estratégicas e considerar como fundamentais os ativos que até agora eram, em alguns casos, ignorados totalmente. Não é suficiente que as empresas criem valor, senão que é necessário que esse valor criado seja ademais percebido, o que explica a obsessiva preocupação das empresas em criar valor "percebido" pelo cliente.

O sucesso está assegurado se a organização é capaz de incluir a orientação ao cliente como um valor a mais de sua própria cultura. A empresa deve começar a fazer valorações que irão ganhando em exatidão à medida que avance o tempo. Apesar das imprecisões nas valorações iniciais, o realmente importante é que a empresa terá tido que iniciar um processo de identificação, catalogação e posterior valoração de umas partidas que, em outro caso, passariam despercebidas.

 

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